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	<title>Imprensa - Dra. Natália Longo</title>
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	<description>Neurologista e Neurofisiologista</description>
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	<title>Imprensa - Dra. Natália Longo</title>
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		<title>Tenho epilepsia e vou viajar. O que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurologista dá dicas para evitar as crises e ter uma viagem segura</p>
<p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/tenho-epilepsia-e-vou-viajar-o-que-fazer-2/">Tenho epilepsia e vou viajar. O que fazer?</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Neurologista dá dicas para evitar as crises e ter uma viagem segura</em></strong></p>



<p><strong>São Paulo, fevereiro de 2023 </strong>&#8211; A temporada de viagens do início do ano começou e nada melhor do que aproveitar a época para curtir um passeio em família ou com os amigos. Mas, o que deveria ser um momento natural e feliz, pode se tornar algo muito desafiador quando os planos de viagem incluem uma pessoa epiléptica.</p>



<p>A epilepsia é uma doença neurológica,&nbsp;causada por um desequilíbrio nos estímulos elétricos emitidos pelos neurônios e, por isso, costuma causar crises de convulsão, que podem ser controladas com o tratamento correto, na maior parte dos casos.</p>



<p>Segundo a médica Dra. Natália Longo, neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP, o quadro fica ainda mais complexo quando se trata de pacientes com epilepsia refratária, ou seja, aqueles em que o tratamento por meio de medicação não obteve resultados satisfatórios.</p>



<p>“O paciente com epilepsia refratária faz o uso correto dos medicamentos anticonvulsivantes e, mesmo assim, o organismo não responde tão bem ao uso dos medicamentos, consequentemente continuam tendo convulsões. Conviver com essa condição exige uma disciplina ainda maior. A pessoa precisa se esforçar para encontrar terapias alternativas e mudar sua rotina para evitar as crises”, esclareceu.</p>



<p>Mesmo que o desafio seja maior quando a pessoa sofre epilepsia refratária, qualquer paciente epilético tem medo de sair da rotina e ter uma convulsão estando longe de casa. Por isso, vale a pena anotar as dicas que a Dra. Natália Longo separou para quem deseja vencer o receio e seguir em um novo destino.</p>



<p>“A primeira orientação que dou aos meus pacientes é viajar na companhia de algum familiar ou amigo e sempre comunicar a todos sobre a sua doença. Isso é uma questão de segurança e prevenção. Sendo assim, é imprescindível que o acompanhante com quem viajem esteja preparado para agir, se necessário, pois se a pessoa apresentar uma crise epiléptica durante a viagem, os acompanhantes estarão prontos para socorrer. Usar uma pulseira de identificação com seus dados e sua doença de base também é uma boa iniciativa”, orientou.</p>



<p>O segundo passo para uma viagem segura é organizar a mala, reservando uma bolsa exclusiva e de fácil acesso para levar a sua medicação. Lembrando de calcular a quantidade de acordo com os dias da viagem para não correr o risco de ficar sem os remédios. Nunca tomar outros medicamentos sem a autorização médica e evitar bebidas alcoólicas, mesmo durante seus dias de divertimento, já que isso pode ser um gatilho para novas convulsões.</p>



<p>“A ansiedade relacionada à expectativa da viagem pode ser um problema para quem é epilético, pois o estresse é um forte fator desencadeante de crises de convulsão. Por isso, eu aconselho que você inclua ou aumente o número de sessões de relaxamento na sua rotina no período próximo ao passeio. E tenha algumas técnicas de respiração e/ou meditação que possa utilizar em qualquer hora e lugar”. Uma última dica é fugir de ambientes com luzes piscando e muitos estímulos visuais, como baladas, jogos eletrônicos e filmes com diversidade de cores, animações e iluminações intensas. Tudo isso pode desencadear crises convulsivas. No demais, é necessário manter uma quantidade de horas de sono adequada e de qualidade, beber bastante água e se alimentar de maneira saudável. E se, mesmo com todos esses cuidados, uma crise acontecer, manter a calma, avisar seu contato de confiança quando possível e, caso ache mais seguro, procurar a orientação do seu médico para ter um retorno mais tranquilo.</p>



<p><strong>Correio do Estado:</strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://correiodoestado.com.br/correio-b/tenho-epilepsia-e-vou-viajar-o-que-fazer/411747/" target="_blank">https://correiodoestado.com.br/correio-b/tenho-epilepsia-e-vou-viajar-o-que-fazer/411747/</a></p>



<p><strong>Estado de Minas:</strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2023/02/23/interna_bem_viver,1460946/tem-epilepsia-e-vai-viajar-o-que-fazer.shtml" target="_blank">https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2023/02/23/interna_bem_viver,1460946/tem-epilepsia-e-vai-viajar-o-que-fazer.shtml</a></p>



<p><strong>Correio Braziliense:</strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2023/02/5075793-tem-epilepsia-e-vai-viajar-especialista-explica-o-que-fazer.html" target="_blank">https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2023/02/5075793-tem-epilepsia-e-vai-viajar-especialista-explica-o-que-fazer.html</a></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/tenho-epilepsia-e-vou-viajar-o-que-fazer-2/">Tenho epilepsia e vou viajar. O que fazer?</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Comece o ano novo livre das dores de cabeça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurologista separou quatro atitudes que podem mudar sua vida para melhor</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Neurologista separou quatro atitudes que podem mudar sua vida para melhor</em></p>



<p><strong>São Paulo, janeiro de 2023</strong>&nbsp;&#8211; Já pensou em incluir em suas metas de ano novo a opção de sentir menos dor de cabeça ao longo dos próximos 12 meses? Pois bem. Esse deve ser o desejo de muita gente, já que somente no Brasil cerca de 140 milhões de pessoas sofrem com dores de cabeça, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia.</p>



<p>São mais de 150 tipos de cefaleia que podem atingir diferentes regiões da cabeça, causando dores leves, moderadas e até incapacitantes, além de virem acompanhadas de sintomas, como náuseas, vômitos e sensibilidade à luz, ao som e aos cheiros. Uma parcela destas dores são sintomas secundários a outras doenças como sinusite, tumor e problemas de visão, e devem ser investigadas para que a origem seja tratada.</p>



<p>Para a outra grande parte, quando a própria dor de cabeça é a doença, a neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP, Dra. Natália Longo, separou algumas atitudes simples que podem evitar muitas delas.</p>



<p>“Hoje em dia, um dos maiores inimigos da saúde e da qualidade de vida é o estresse. E, com certeza, uma das maiores causas de dores de cabeça também. A minha dica é que o paciente encontre uma atividade que o ajude a relaxar, seja um hobby, uma massagem, um programa de lazer ou até meditação. O mais importante é reservar um tempo exclusivo na agenda para cuidar da saúde mental e emocional, vivendo bons momentos”, salientou.</p>



<p>A atividade física pode ser uma boa opção tanto para reduzir o estresse como para amenizar a intensidade das dores de cabeça, pois diversos estudos sinalizam que a prática regular de exercícios diminui a incidência das cefaleias. E, nestes casos, a recomendação é que sejam atividades mais moderadas, como caminhadas, natação, pilates e danças.</p>



<p>A terceira dica é ficar de olho na alimentação e na ingestão de água. Quem sofre de enxaqueca não deve ficar várias horas em jejum, pois isso diminui as taxas de açúcar no sangue, o que pode ser um gatilho para a dor. A dica é manter o hábito de comer de três em três horas e sempre optar por alimentos saudáveis, evitando comidas processadas e ricas em gordura, que são outros gatilhos de crises de enxaquecas.</p>



<p>“Na maioria das vezes, o paciente nem imagina que a razão da sua dor de cabeça pode ser por falta de água no organismo, porém isso é mais comum do que se pensa. O dia passa e a pessoa simplesmente esquece que precisa beber água e, quando percebe, está com dor. Por isso, beber muita água é essencial para quem deseja evitar as cefaleias”, explicou. A quarta e última dica é evitar a má postura. Passar horas sentado ou em pé com a coluna mal posicionada pode com o tempo comprimir os nervos e gerar uma grande tensão local, que irá refletir em uma dor de cabeça inicialmente localizada próxima ao pescoço. O segredo neste caso é planejar o ambiente de trabalho da maneira mais confortável possível e manter uma rotina de alongamentos ao longo do dia, sempre que possível.</p>



<p><strong>Estado de Minas:</strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2023/01/12/interna_bem_viver,1444061/descubra-como-comecar-2023-livre-das-dores-de-cabeca.shtml" target="_blank">https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2023/01/12/interna_bem_viver,1444061/descubra-como-comecar-2023-livre-das-dores-de-cabeca.shtml</a></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/comece-o-ano-novo-livre-das-dores-de-cabeca/">Comece o ano novo livre das dores de cabeça</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Epilepsia refratária: quando o tratamento não controla a convulsão</title>
		<link>https://www.neuronatalialongo.com.br/epilepsia-refrataria-quando-o-tratamento-nao-controla-a-convulsao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=epilepsia-refrataria-quando-o-tratamento-nao-controla-a-convulsao</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurologista explica o que é a doença e o porquê acontece</p>
<p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/epilepsia-refrataria-quando-o-tratamento-nao-controla-a-convulsao/">Epilepsia refratária: quando o tratamento não controla a convulsão</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Neurologista explica o que é a doença e o porquê acontece</em></p>



<p><strong>São Paulo, dezembro de 2022</strong> &#8211; Movimentos involuntários e estereotipados, salivação excessiva e olhos virando para cima: esses são os sintomas mais conhecidos de uma convulsão. Quadro que é recorrente em pacientes diagnosticados com epilepsia, o que representa 2% dos brasileiros segundo a Organização Mundial da Saúde, ou seja, quase 3 milhões de pessoas.</p>



<p>Diferente das convulsões causadas por alguma condição médica, como infecção, insuficiência renal ou abstinência de álcool, por exemplo, as convulsões da epilepsia são recorrentes e não precisam de gatilhos. Já que essa é uma doença crônica causada por desajustes na atividade elétrica cerebral.</p>



<p>Segundo a médica neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP, Dra. Natália Longo, as crises epilépticas podem variar para cada paciente de acordo com a região do cérebro afetada, mesmo assim, é muito difícil a convivência com qualquer tipo de convulsão.</p>



<p>“Além dos abalos e movimentos involuntários, a realização de movimentos de forma automática e a perda de consciência temporária são sintomas que tornam as crises ainda mais complicadas para o paciente e sua família. Por isso, uma pessoa epiléptica precisa fazer o uso contínuo de medicações anticonvulsivantes para, assim, poder conquistar uma boa qualidade de vida. Sem o medo constante de ter crise”, explicou.</p>



<p>Já a epilepsia refratária acontece quando o paciente faz o uso correto dos medicamentos anticonvulsivantes e, mesmo assim, o organismo não responde à medicação. Outros fatores que temos que observar para descartar e dizer que o paciente tem epilepsia refratária é verificar se o medicamento é o adequado para aquele tipo específico de convulsão, a dosagem está adequada e se o paciente está dormindo e se alimentando bem.</p>



<p>“Antes de diagnosticar uma epilepsia refratária é necessário levar em consideração alguns aspectos importantes, como: quantos medicamentos anticonvulsivantes este paciente já fez, os medicamentos são adequados para o tipo de crise, a dose do medicamento está adequada para aquela pessoa, pois em alguns pacientes as doses precisam ser bem mais altas do que em outros. Tudo isso precisa ser avaliado e, infelizmente, pode levar um tempo até chegarmos ao tratamento ideal”, elucidou.</p>



<p>Outro ponto relevante para evitar convulsões é fugir de algumas condições que podem estimular a recorrência como: ingestão de bebida alcoólica ou qualquer tipo de droga, medicamentos não autorizados pelo médico, mudança no padrão de sono, lugares com luzes piscando e às vezes até a prática de alguns exercícios físicos que alteram a frequência respiratória Depois de avaliar todos esses pontos e confirmar que o tratamento não conseguiu impedir o surgimento das convulsões, pode-se concluir que a pessoa sofre com epilepsia refratária. Então, assim que diagnosticada, o médico tem que ir ajustando os medicamentos anticonvulsivantes de acordo com a resposta do paciente e verificar outras alternativas de tratamentos como dieta cetogênica e cirurgias, dentre elas a estimulação do Nervo Vago (VNS). Tudo com o objetivo de proporcionar uma melhor qualidade de vida para o paciente, mais saudável e segura.</p>



<p><strong>Segs</strong>: <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.segs.com.br/saude/365286-epilepsia-refrataria-quando-o-tratamento-nao-controla-a-convulsao" target="_blank">https://www.segs.com.br/saude/365286-epilepsia-refrataria-quando-o-tratamento-nao-controla-a-convulsao</a></p>



<p><strong>Guia SP</strong>: <a href="https://guiaolasp.com.br/epilepsia-refrataria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://guiaolasp.com.br/epilepsia-refrataria/</a></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/epilepsia-refrataria-quando-o-tratamento-nao-controla-a-convulsao/">Epilepsia refratária: quando o tratamento não controla a convulsão</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Descubra qual a relação entre as dores de cabeça e o sono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médica neurologista explica o porquê a cabeça dói quando dormimos mal e orienta sobre a hora certa de procurar por ajuda</p>
<p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/descubra-qual-a-relacao-entre-as-dores-de-cabeca-e-o-sono-2/">Descubra qual a relação entre as dores de cabeça e o sono</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Médica neurologista explica o porquê a cabeça dói quando dormimos mal e orienta sobre a hora certa de procurar por ajuda</em></p>



<p><strong>São Paulo, novembro de 2022</strong> &#8211; Já não é uma novidade que dormir bem é um dos principais fatores para uma vida mais saudável. Isso porque, é durante o sono que acontecem atividades importantes para a vida do organismo como: a regulação da produção de hormônios, a síntese de proteínas e a reparação celular, por exemplo. Tudo para que o corpo possa enfrentar um novo dia bem. O que muita gente ainda não sabe é que, quanto pior for a qualidade do seu sono, maior será a incidência de dores de cabeça. Mas, qual a relação entre o sono e a cefaleia?</p>



<p>Segundo a Dra. Natália Longo, neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP, o corpo descansa e a mente continua trabalhando durante o sono. Então, no momento em que este processo noturno é prejudicado, todo o organismo sofre as consequências, que acabam gerando sintomas comuns como a cefaleia.</p>



<p>“Durante o sono ocorre o aumento da atividade do sistema nervoso parassimpático, que é responsável pelo processo de descanso do corpo, diminuindo a frequência cardíaca e promovendo o relaxamento, a fim de armazenar energia e regular as funções do organismo. Quando o paciente apresenta algum distúrbio do sono ou apenas dorme mal, acontece o inverso e o sistema nervoso simpático é ativado, sendo responsável pelos sinais de alerta. Assim, o organismo não consegue realizar as funções necessárias e de forma correta durante o sono”, explicou.</p>



<p>A insônia pode causar muita cefaleia, mas o excesso de sono também pode causar ou ser um gatilho para as crises de enxaqueca. Por isso, muitas pessoas acordam com dores de cabeça quando dormem uma ou duas horas a mais do que de costume.</p>



<p>Diferente da enxaqueca, a cefaleia hípnica é um tipo mais raro de dor de cabeça, mas que costuma prejudicar bastante a qualidade de vida de quem sofre com ela, já que a dor surge de repente durante o sono. Normalmente a pessoa está dormindo e é despertada no meio da madrugada com uma dor de cabeça intensa, geralmente no mesmo horário.</p>



<p>Um outro tipo muito mais comum é a cefaleia tensional. Nestes casos, a pessoa sente como se tivesse um peso na cabeça e como o próprio nome sugere, ocorre uma tensão muscular, muitas vezes associada ao estresse ou ansiedade, que consequentemente prejudica a qualidade do sono e causa a dor de cabeça. Além disso, simples mudanças de hábitos, como não utilizar travesseiros altos ou colchões inadequados podem fazer com que haja melhora da dor de cabeça que é tão comum. “Em todos os casos de cefaleia quando o paciente percebe que a dor se tornou frequente e insistente, eu sempre recomendo uma investigação médica. Pois, quando não é tratada desde o início, a dor pode piorar e se tornar incapacitante, dependendo do caso. Mas, o que comumente acontece é que as pessoas se tornam dependentes de analgésicos, causando um outro tipo de dor de cabeça e consequentemente, tornando o tratamento da dor um pouco mais complexo, quando na verdade deveriam procurar ajuda logo quando começar a dor para que possa ter o tratamento adequado e a melhora da sua qualidade de vida.”, finalizou a especialista.</p>



<p><strong>Correio do Estado:</strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://correiodoestado.com.br/correio-b/descubra-qual-a-relacao-entre-as-dores-de-cabeca-e-o-sono/408009/" target="_blank">https://correiodoestado.com.br/correio-b/descubra-qual-a-relacao-entre-as-dores-de-cabeca-e-o-sono/408009/</a></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/descubra-qual-a-relacao-entre-as-dores-de-cabeca-e-o-sono-2/">Descubra qual a relação entre as dores de cabeça e o sono</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Toda convulsão é epilepsia?</title>
		<link>https://www.neuronatalialongo.com.br/toda-convulsao-e-epilepsia-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=toda-convulsao-e-epilepsia-2</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurologista esclarece o porquê ter uma crise de convulsão nem sempre significa ser um paciente epilético</p>
<p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/toda-convulsao-e-epilepsia-2/">Toda convulsão é epilepsia?</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Neurologista esclarece o porquê ter uma crise de convulsão nem sempre significa ser um paciente epilético</em></p>



<p><strong>São Paulo, outubro de 2022</strong><em> &#8211; </em>Perder a consciência, ter abalos musculares e os olhos voltados para cima são sintomas realmente assustadores, e, por isso, acabam gerando muitas dúvidas e alguns mitos, quando alguém sofre uma crise convulsiva. E uma das grandes questões é: será que ter uma convulsão significa o mesmo que ter epilepsia?</p>



<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 5% da população terá ao menos uma crise epiléptica na vida. Isso ressalta a importância de falar sobre o assunto, desmistificando alguns pontos. Sendo assim, a Dra. Natália Longo, neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP, explica as diferenças entre convulsão e epilepsia.</p>



<p>“A epilepsia é uma condição neurológica que ocorre devido a uma alteração na passagem de informação entre os neurônios, que são a principal célula do sistema nervoso e funcionam transmitindo os impulsos elétricos do cérebro. Então, quando esses neurônios não trabalham bem, desencadeiam descargas elétricas excessivas ou anormais, que podem ou não vir acompanhadas de quadros de crise convulsiva, ou seja, nem todos as pessoas que têm epilepsia, têm crises epilépticas iguais as crises convulsivas que nós conhecemos, pois está alteração pode ocorrer em qualquer lugar do cérebro, resultando em manifestações diferentes”, esclareceu.</p>



<p>Algumas vezes, a pessoa pode simplesmente ficar com os olhos fixos e não conseguir se comunicar, em outras, não consegue controlar alguns movimentos do corpo e, em alguns casos, acaba perdendo a consciência e desmaiando.</p>



<p>Já a convulsão é um tipo de crise mais forte de epilepsia que tecnicamente é conhecida pelos médicos como crise tônico-clônico generalizada, em que o paciente perde a consciência e afeta a atividade motora, causando uma contratura involuntária da musculatura e provocando movimentos desordenados. Por ser um quadro intenso, onde realmente ocorre uma falha na transmissão elétrica do cérebro, a pessoa acaba tendo salivação excessiva, contratura muscular intensa, abalos grosseiros dos membros e até liberação de urina.</p>



<p>Uma das causas de epilepsia está relacionada a lesões estruturais, como AVC, também conhecido como derrame, à falta de oxigenação no cérebro durante o parto ou a gestação e à má formação cerebral. Outros fatores podem gerar crises de convulsões isoladas como é o caso de infecções, baixa de glicose e quadros de febre.</p>



<p>Para a Dra. Natália Longo em todos os casos, o mais importante é saber como reagir em momentos de crise. O que pode fazer toda a diferença para a saúde da pessoa afetada. “Quando alguém está convulsionando, o ideal é manter a calma e cuidar para que a pessoa não se machuque. Então, recomendamos que o paciente seja colocado deitado de lado para evitar que se sufoque com a própria saliva, afastar objetos que estejam por perto e a cabeça seja apoiada em uma superfície macia para evitar lesões ou protegida para evitar traumas. Quem estiver ajudando, nunca deve colocar a mão na boca da pessoa. Isso é um mito ainda muito comum. O melhor é esperar a crise passar e aguardar o paciente a recobrar sua consciência. Caso, seja um fato inédito no histórico médico dele, buscar atendimento imediato”, orientou.</p>



<p><strong>Estado de Minas:</strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2022/10/25/interna_bem_viver,1411747/toda-convulsao-e-epilepsia.shtml" target="_blank">https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2022/10/25/interna_bem_viver,1411747/toda-convulsao-e-epilepsia.shtml</a></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/toda-convulsao-e-epilepsia-2/">Toda convulsão é epilepsia?</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Conheça alguns alimentos e bebidas que pioram as crises de enxaqueca</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista alerta que café e chocolate, por exemplo, são gatilhos para a dor</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialista alerta que café e chocolate, por exemplo, são gatilhos para a dor</em></p>



<p><strong>São Paulo, setembro de 2022 &#8211;&nbsp;</strong>A enxaqueca é um dos tipos de dores de cabeça mais comuns entre os brasileiros. Ela possui características como a intensidade da dor ser de moderada a grave, a sua localização ser geralmente unilateral e a dor ser associada a náuseas e/ou fotofobia (aversão à luz) e fonofobia (aversão ao som). A enxaqueca, geralmente, possui quatro fases: pródromo, aura, dor e pósdromo, mas nem sempre o paciente passa por todas elas e às vezesa aura pode ocorrer junto com a dor.</p>



<p>A primeira é classificada como a fase que antecede a dor. Já a aura são sintomas focais neurológicos, de curta duração (até 60 minutos), como pontos brilhantes ou pretos na visão, dormência em alguma parte do corpo (ao redor da boca, mãos ou braços) e outros. A crise é marcada pela dor que acontece, geralmente, de forma unilateral e latejante. Passando a dor, o paciente entra na fase do pósdromo, comparada por algumas pessoas com a sensação de ressaca, marcada por sonolência, fraqueza e dificuldade de concentração.</p>



<p>Algumas situações podem desencadear a enxaqueca, como estresse, ansiedade, jejum prolongado e consumo de alguns alimentos e bebidas, como explica a Dra. Natália Longo, neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP.</p>



<p>“A alimentação adequada exerce um papel importante no tratamento preventivo da enxaqueca, pois o jejum e alguns alimentos são desencadeadores das crises, como as frutas cítricas, conservas de coloração avermelhadas, bebidas que contém cafeína e alimentos ricos em gorduras. Alguns exemplos são frutas como o limão, linguiças, café, chocolate e alguns refrigerantes”, contou a especialista.</p>



<p>A ciência ainda não conseguiu descobrir o motivo desses alimentos causarem a enxaqueca, mas algumas hipóteses são aventadas, mostrando que estas substâncias servem de gatilho para desencadear as crises de dores de cabeça. A neurologista explica que o paciente só percebe que o alimento ou a bebida vão causar a dor, após consumi-lo, mas quando evidenciada esta correlação, estas pessoas devem evitar estes alimentos.</p>



<p>“Não existe uma dieta específica para diminuir a dor de cabeça. O que existe é evitar os alimentos que são um gatilho para dor. O chocolate, por exemplo, se for consumido de forma moderada, não vai fazer mal. Agora, se o paciente já está com enxaqueca, pode piorar o quadro”, completou a Dra. Natália Longo. A especialista lembra que a enxaqueca é uma dor muito comum e que as pessoas acabam não dando a devida importância, porém existem tratamentos preventivos muito eficazes para que as pessoas que convivem com esta doença tenham uma qualidade de vida melhor e até mesmo sem dor. Em caso de crises frequentes, é importante que o paciente procure um especialista que vai indicar o melhor tratamento. Cuidado com o uso excessivo de analgésicos, pois pode mascarar e agravar as crises.</p>



<p><strong>Correio Braziliense:</strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2022/09/5034004-conheca-alguns-alimentos-e-bebidas-que-pioram-as-crises-de-enxaqueca.html" target="_blank">https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2022/09/5034004-conheca-alguns-alimentos-e-bebidas-que-pioram-as-crises-de-enxaqueca.html</a></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/conheca-alguns-alimentos-e-bebidas-que-pioram-as-crises-de-enxaqueca-2/">Conheça alguns alimentos e bebidas que pioram as crises de enxaqueca</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Conheça quatro tipos de cefaleia e suas características</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurologista Natália Longo explica quando a dor deve ser motivo de preocupação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Neurologista Natália Longo explica quando a dor deve ser motivo de preocupação</em></p>



<p><strong>São Paulo, agosto de 2022</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;Um dia cansativo e estressante, quase sempre pode terminar com uma chata dor de cabeça. Seja por exaustão física, mental ou relacionada a alguma doença, o fato é que mais da metade da população nacional sofre com dores de cabeça. Um número que soma cerca de 140 milhões de brasileiros, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia.</p>



<p>Com dados tão expressivos, você deve estar se perguntando o porquê tanta gente vive com dor de cabeça? A resposta é simples: porque existem mais de 150 tipos de cefaleia com diferentes causas. Por isso, a Dra. Natália Longo, neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP, explica sobre quatro tipos e suas características.</p>



<p>“O tipo de cefaleia mais conhecida é a enxaqueca, uma das dores de cabeça mais relatadas e mais fáceis de identificar. A dor geralmente é latejante, unilateral, ou seja, atinge apenas um lado da cabeça, de moderada a forte intensidade e piorando quando a pessoa pratica atividade física. Além de causar sensibilidade à luz, ao som e a odores, acompanhada ou não de náuseas e vômitos”, esclareceu.</p>



<p>A enxaqueca é mais comum em mulheres, na maioria dos casos, em que uma das explicações é devido a alterações hormonais que as mulheres sofrem durante a sua vida. Ou seja, quando as dores são frequentes por mais de quinze dias durante o mês e permanecem por pelo menos 3 meses, podemos dizer que nos deparamos com uma enxaqueca crônica. Nestes casos é necessário tratarmos para que as crises não se tornem mais frequentes e intensas, sendo necessário geralmente utilizar um medicamento profilático para dor de cabeça e associado uma mudança de hábitos de vida.</p>



<p>Diferente da enxaqueca, a cefaleia em salvas é um tipo de dor de cabeça mais comum entre os homens e, que de acordo com estudos clínicos, acomete mais pessoas que fazem uso de tabaco e bebidas alcoólicas. Apesar de também ser unilateral, associada a ativação autonômica &#8211; hiperemia ocular, lacrimejamento, o nariz fica congestionado do lado da cabeça, onde a dor está presente. Esta dor de cabeça geralmente ocorre várias vezes ao dia, com duração das crises em até120 minutos. Tais dores são tão intensas que deixam a pessoa incapacitada de realizar suas atividades do dia-a-dia.</p>



<p>Já na cefaleia cervicogênica, a dor atinge a região da nuca e do pescoço, porque a origem do problema está na coluna cervical, seja por problemas de má postura, hérnia de disco, torcicolo, tensão por estresse ou até osteoporose.</p>



<p>Além dos problemas físicos, o desgaste emocional acompanhado de ansiedade e maus hábitos diários podem ser o motivo para a cefaleia tensional. Nesse tipo de dor de cabeça, a pessoa sente uma pressão na cabeça e surge principalmente no final do dia quando o cansaço chega ao extremo.</p>



<p>“Na cefaleia tensional é comum que o paciente sinta irritabilidade, dores musculares e fadiga crônica. Os medicamentos fazem parte do tratamento, porém, o mais importante nesses casos é encontrar uma atividade física para liberar as tensões e gerar bem-estar, seja massagem, exercícios aeróbicos ou algum tipo de esporte que o paciente se identifique. Assim, é possível ter uma qualidade de vida melhor e sem tantas intervenções medicamentosas”, comenta a neurologista.</p>



<p>Além das dores mais comuns do dia a dia, vale ressaltar que a dor de cabeça tem sinais de alarme para mostrar que pode ser algo mais grave, como as dores que aparecem de forma súbita e evolui rapidamente com o passar das horas</p>



<p>“Sempre quando a dor de cabeça surgir muito subitamente e vier acompanhada de visão embaçada, náuseas, vômitos ou febre, a orientação é que o paciente procure atendimento médico imediato. E, caso a dor não seja repentina, mas seja recorrente, o ideal é que a causa seja investigada por um médico neurologista”, enfatizou a Dra. Natália. A especialista ainda destaca que o que impede muitas pessoas de terem uma qualidade de vida melhor em relação às cefaleias é a automedicação, que disfarça os sintomas e a necessidade de uma consulta médica. Sendo assim, se o paciente apresentar dores recorrentes ou uma dor mais intensa do que está acostumado a sentir, o ideal é procurar atendimento médico especializado.</p>



<p><strong>Estado de Minas</strong>: <a href="https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2022/08/25/interna_bem_viver,1388975/cefaleia-ou-enxaqueca-sabe-a-diferenca.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2022/08/25/interna_bem_viver,1388975/cefaleia-ou-enxaqueca-sabe-a-diferenca.shtml</a></p>



<p><strong>Jornal da Mulher</strong>: <a href="https://blogjornaldamulher.blogspot.com/2022/08/conheca-quatro-tipos-de-cefaleia-e-suas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://blogjornaldamulher.blogspot.com/2022/08/conheca-quatro-tipos-de-cefaleia-e-suas.html</a></p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/conheca-quatro-tipos-de-cefaleia-e-suas-caracteristicas/">Conheça quatro tipos de cefaleia e suas características</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dias frios aumentam os riscos de AVC: mito ou verdade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:33:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurologista explica qual a relação entre as baixas temperaturas e a saúde vascular do cérebro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Neurologista </em></strong><em>explica qual a relação entre as baixas temperaturas e a saúde vascular do cérebro</em></p>



<p><strong>São Paulo, junho de 2022</strong> &#8211; Longe das crendices populares, que por muito tempo influenciaram nos cuidados com a saúde, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Cardiologia existe uma correlação entre as quedas de temperatura e os casos de Acidente Vascular Cerebral. Os estudos, realizados em países diferentes, mostram que durante o inverno o número de pessoas acometidas por um AVC aumenta cerca de 20%, principalmente quando os termômetros registram marcas inferiores a 14°C.</p>



<p>Neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP, Dra. Natália Longo, explica que esta relação acontece porque o corpo precisa exercer um grande esforço para manter a temperatura corporal saudável, em torno de 36°C.</p>



<p>“As baixas temperaturas influenciam diretamente no aumento da pressão que o sangue faz sobre os vasos sanguíneos, que diminuem de calibre com o objetivo de evitar a perda de calor. Isso aumenta as chances de que placas de gordura presentes nas artérias se desprendam e obstruam o fluxo tanto no cérebro como no coração, causando AVCs e infartos”, esclareceu.</p>



<p>Em situações extremas, o corpo entende que precisa proteger os órgãos vitais, mantendo o funcionamento deles como prioridade. Então, quando sentimos frio, o organismo estimula a liberação de substâncias que aceleram o metabolismo. Isso faz com que os vasos mais próximos da pele se contraiam, deixando as extremidades frias, como pés, mãos e orelhas.</p>



<p>Além disso, durante o outono e o inverno, é comum que as pessoas bebam menos água, tornando o sangue mais viscoso e também prejudicando a circulação e aumentando a pressão. Todos esses fatores sobrecarregam o coração, que precisa exercer mais força para bombear o sangue pelo corpo, comprometendo todo o sistema vascular.</p>



<p>Para a Dra. Natália Longo, ter conhecimento sobre essa relação entre o frio e os acidentes vasculares é uma forma de alertar para a mudança de hábitos de vida durante o ano inteiro, já que fumantes, sedentários, obesos, diabéticos, hipertensos e idosos estão no grupo de risco.</p>



<p>“O ideal para garantir a boa saúde do cérebro é manter uma prática regular de atividade física, evitando consumir com exagero comidas gordurosas, alimentos processados ricos em sódio e açúcar. Assim, é possível manter a saúde do coração, o controle da pressão arterial e os índices de colesterol e de glicemia dentro dos parâmetros. Prevenindo não somente o AVC, mas diversas outras doenças”, garantiu.</p>



<p>Tanto para quem faz parte do grupo de risco ou não, existem alguns cuidados que devem ser considerados durante os períodos de frio, como: evitar longas exposições ao frio intenso, evitar choques térmicos, realizar exercícios de aquecimento antes de praticar atividades físicas ou algum esforço, usar roupas mais justas que garantam um isolamento térmico para o corpo e manter pescoço e pés bem aquecidos, além de manter o calendário de vacinas atualizado para evitar qualquer tipo de inflamação. “Quando falamos de AVC é importante esclarecer que quanto mais rápido a pessoa for socorrida, menores serão os danos ao cérebro e maiores a chances de recuperação. Por isso, é fundamental ficar atento aos sinais do corpo. Caso sinta perda de força ou dormência súbita em um dos lados do corpo, tanto na face como nos membros, tenha a visão ou a fala comprometida e tontura, a pessoa deve procurar por pronto atendimento imediatamente”, alertou a Dra. Natália Longo.</p>



<p><strong>MSN</strong>: <a href="https://www.msn.com/pt-br/esportes/futebol/dias-frios-podem-aumentar-riscos-de-avc-neurologista-explica-motivo/ar-AAZevqi?li=AAvYMzb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.msn.com/pt-br/esportes/futebol/dias-frios-podem-aumentar-riscos-de-avc-neurologista-explica-motivo/ar-AAZevqi?li=AAvYMzb</a></p>



<p><strong>Bola Vip</strong>: <a href="https://br.bolavip.com/saude/Dias-frios-podem-aumentar-riscos-de-AVC-neurologista-explica-motivo-20220705-0112.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://br.bolavip.com/saude/Dias-frios-podem-aumentar-riscos-de-AVC-neurologista-explica-motivo-20220705-0112.html</a></p>



<p><strong>Olá SP</strong>: <a href="http://www.guiaolasp.com.br/riscos-de-avc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.guiaolasp.com.br/riscos-de-avc/</a></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/dias-frios-aumentam-os-riscos-de-avc-mito-ou-verdade/">Dias frios aumentam os riscos de AVC: mito ou verdade?</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Conheça os quatro distúrbios do sono que podem estar prejudicando sua saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurologista explica que o sono é um regulador crucial em todas as idades</p>
<p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/conheca-os-quatro-disturbios-do-sono-que-podem-estar-prejudicando-sua-saude/">Conheça os quatro distúrbios do sono que podem estar prejudicando sua saúde</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Neurologista</em><em> explica que o sono é um regulador crucial em todas as idades</em></p>



<p><strong>São Paulo, maio de 2022</strong> &#8211; Acordar já cansado, ter dificuldade de concentração e se sentir irritado durante o dia são alguns dos sinais que podem indicar mais do que uma noite de sono mal dormida: e sim um distúrbio do sono. Ou seja, uma alteração cerebral, respiratória ou de movimento que impede a capacidade do organismo de dormir como deveria.</p>



<p>Ainda que a parcela das pessoas que procuram por ajuda médica nestes casos seja mínima, cerca de 7%, o Mapa do Sono dos Brasileiros de 2021 revelou que 65% da população tem baixa qualidade de sono. O que indica que distúrbios noturnos são muito comuns no Brasil.</p>



<p>Para a Dra. Natália Longo, neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP, as pessoas ainda não tratam o sono como uma questão de saúde e por isso não buscam ajuda médica, o que é um equívoco.&nbsp;</p>



<p>“O sono tem um papel fundamental nos processos biológicos do nosso organismo. Mais do que descansar o corpo, ele faz regulações importantes no organismo. Quando uma pessoa não consegue ter um sono profundo de qualidade, processos como imunidade, liberação e equilíbrio de hormônios ficam prejudicados e isso aumenta as chances de ter infarto ou um AVC. E, por isso, é tão importante conhecer mais sobre os distúrbios do sono”, explicou a especialista.</p>



<p>Na Síndrome das Pernas Inquietas, por exemplo, a pessoa sente uma vontade incontrolável de mexer as pernas quando está prestes a dormir ou está dormindo e após movimentar tem uma melhora do incomodo. Existem várias teorias quanto as causas da síndrome das pernas inquietas, porém sabemos que pode estar correlacionado com o estoque de ferro no corpo.&nbsp;</p>



<p>Outro distúrbio que altera o movimento do corpo durante o sono é o sonambulismo. Isso acontece porque algumas áreas do cérebro são ativadas quando não deveriam ser. Então, o sonâmbulo faz atividades parecendo estar acordado, inclusive com os olhos abertos, mas na verdade está no sono mais profundo e pela manhã não se lembrará de nada do que fez, seja conversar, caminhar, mexer em objetos, entre outros.</p>



<p>“Apesar de todo o misticismo em torno dos sonâmbulos, na maioria dos casos, os sintomas aparecem ainda na infância, geralmente, a partir dos três anos, e desaparecem naturalmente na adolescência.&nbsp;É um distúrbio que na maioria das vezes está presente em outros familiares e requer tratamento para os pacientes que ainda apresentam a condição quando adultos”, explicou.</p>



<p>O oposto de movimentos involuntários acontece quando o distúrbio é a paralisia do sono. Nesta condição, a pessoa não consegue realizar nenhuma mobilidade, nem mesmo falar, alguns momentos após despertar. Ela permanece consciente até recuperar lentamente o controle, a força e a sensibilidade dos músculos, voltando a se movimentar. Não chega a ser considerado um distúrbio grave e o segredo é manter a calma. Mas, caso a situação seja persistente, o melhor é procurar por ajuda médica.</p>



<p>A Dra. Natália Longo ainda explica, que diferente de sono de baixa qualidade, o excesso de sonolência durante o dia é um sinal de que você está apresentando um distúrbio do sono, quando este é de forma incontrolável, uma das causas conhecida é a narcolepsia.</p>



<p>“Neste caso, o distúrbio é uma doença neurológica, em que há tratamento para melhorar os sintomas, mas não tem um tratamento específico para a doença. E como nem toda sonolência é uma doença, o ideal é que um médico seja consultado assim que o paciente perceber que está sentindo sono ou até está caindo na soneca quando e onde não deveria”, finalizou. &nbsp; Como sintomas ou sinais dos distúrbios do sono, podemos destacar a dificuldade de pegar no sono à noite, cansaço e sonolência durante o dia, acordar cansado e sem a sensação de ter dormido o suficiente, irritação, dor de cabeça constante, ansiedade e depressão. Ao identificar esses sintomas, opte por procurar um especialista, pois é importante para a saúde manter a qualidade do sono.</p>



<p><strong>Correio do Estado</strong>: <a href="https://correiodoestado.com.br/correio-b/descubra-qual-a-relacao-entre-as-dores-de-cabeca-e-o-sono/408009/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://correiodoestado.com.br/correio-b/descubra-qual-a-relacao-entre-as-dores-de-cabeca-e-o-sono/408009/</a></p>



<p><strong>Jornal A Hora</strong>: <a href="https://jornalahora.com/2022/11/22/descubra-qual-a-relacao-entre-as-dores-de-cabeca-e-o-sono/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jornalahora.com/2022/11/22/descubra-qual-a-relacao-entre-as-dores-de-cabeca-e-o-sono/</a></p><p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/conheca-os-quatro-disturbios-do-sono-que-podem-estar-prejudicando-sua-saude/">Conheça os quatro distúrbios do sono que podem estar prejudicando sua saúde</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Toxina botulínica é uma das alternativas para tratar enxaqueca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aplicação bloqueia a comunicação entre nervos e músculos, diminuindo a sensação de dor</p>
<p>The post <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br/toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca/">Toxina botulínica é uma das alternativas para tratar enxaqueca</a> first appeared on <a href="https://www.neuronatalialongo.com.br">Dra. Natália Longo</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aplicação bloqueia a comunicação entre nervos e músculos, diminuindo a sensação de dor</em></p>



<p><strong>São Paulo, abril de 2022</strong>. Com causas desconhecidas, podendo ter como influência a predisposição genética e, às vezes, fatores ambientais e comportamentais, a enxaqueca atinge cerca de 31 milhões de pessoas no Brasil, segundo a OMS, sendo que 67% das pessoas que relatam ter o problema, precisam cancelar compromissos devido a intensidade dos sintomas.</p>



<p>A enxaqueca tem pelo menos duas das quatro características seguintes: dor unilateral, dor tipo pulsátil, intensidade de moderada a grave e piora da dor com atividade física. A duração da dor pode variar de 4 a 72 horas, podendo vir acompanhada de náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e aos sons, alterações na visão e na fala.</p>



<p>Além dos tradicionais tratamentos com medicamentos preventivos e analgésicos, atualmente é possível ter uma nova opção de tratamento com o uso da toxina botulínica, produto muito conhecido pelo uso estético.</p>



<p>“Desde quando a Anvisa liberou o uso da toxina botulínica para o tratamento da enxaqueca, tenho percebido uma resposta muito boa dos pacientes. Poucas pessoas se queixam de sensibilidade no local da aplicação, que é feita com o objetivo de bloquear a comunicação entre nervos e músculos, diminuindo a percepção de dor”, explica a Dra. Natália Longo, neurologista pela Santa Casa de São Paulo e neurofisiologista pelo HCFMUSP.</p>



<p>A aplicação da toxina botulínica para cefaleia está associada ao tratamento profilático, para otimização e diminuição do tempo do tratamento medicamentoso, sendo necessário a avaliação do especialista para identificar as pessoas que são candidatas a este tratamento.</p>



<p>“As aplicações da toxina botulínica para tratamento de dor de cabeça são diferentes dos pontos de aplicação para tratamento estético, sendo em comum somente 7 dos 31 pontos utilizados para o tratamento da enxaqueca ou outras dores de cabeça. Estes pontos são aplicados na cabeça, nas áreas anteriores e laterais, nuca e ombros. O histórico clínico de cada paciente é que vai dizer por quanto tempo ele precisará fazer as aplicações, mas no início do tratamento, os três primeiros ciclos de aplicação têm que o correr com um intervalo de três meses. Depois deste período, dependendo da resposta do paciente ao tratamento, é possível espaçar as aplicações ou suspendê-las”, contou a Dra. Natália Longo. O tratamento com toxina botulínica é contraindicado para quem tem doenças na junção muscular, gestantes e pessoas com infecções.</p>



<p><strong>Nossa Rádio</strong>: <a href="https://open.spotify.com/episode/1BZLWDZ9KWGiikUabictxZ?si=lFJ0AopQSLC8Se2mqqHzMg&amp;utm_source=whatsapp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://open.spotify.com/episode/1BZLWDZ9KWGiikUabictxZ?si=lFJ0AopQSLC8Se2mqqHzMg&amp;utm_source=whatsapp</a></p>



<p><strong>Rádio Trianon</strong>: <a href="https://www.radiomaisdigital.com.br/artigos/toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.radiomaisdigital.com.br/artigos/toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca</a></p>



<p><strong>Economia SA</strong>: <a href="https://economiasa.com.br/2022/04/11/toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://economiasa.com.br/2022/04/11/toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca/</a></p>



<p><strong>Afina Menina</strong>: <a href="https://afinamenina.com.br/2022/04/08/toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://afinamenina.com.br/2022/04/08/toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca/</a></p>



<p><strong>Portal Segs</strong>: <a href="https://www.segs.com.br/saude/342062-toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.segs.com.br/saude/342062-toxina-botulinica-e-uma-das-alternativas-para-tratar-enxaqueca</a></p>



<p><strong>Guia Olá SP</strong>: <a href="http://www.guiaolasp.com.br/menos-dor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.guiaolasp.com.br/menos-dor/</a></p>



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